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	<title>Ipê Sistemas e Hipermídia</title>
	<link>http://blog.ipe.srv.br</link>
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	<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 23:52:18 +0000</pubDate>
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		<title>Google Health e a privacidade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 23:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Foi anunciado na semana passada no Meio Bit e essa semana na Info Online o novo produto do Google. O Google Health &#233; um sistema que promete revolucionar a medicida permitindo que os dados de v&#225;rios pacientes estejam dispon&#237;veis para que os m&#233;dicos possam acess&#225;-los sem a necessidade de ler pilhas de documentos e exames [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi anunciado na semana passada no <a href="http://www.meiobit.com/google/google-health-inicia-testes">Meio Bit</a> e essa semana na <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022008/28022008-11.shl">Info Online</a> o novo produto do Google. O <a href="http://googlediscovery.com/2007/08/15/descubra-as-primeiras-imagens-do-google-health/">Google Health</a> &#233; um sistema que promete revolucionar a medicida permitindo que os dados de v&#225;rios pacientes estejam dispon&#237;veis para que os m&#233;dicos possam acess&#225;-los sem a necessidade de ler pilhas de documentos e exames que muitas vezes pouco importam para o caso em estudo. Mas como essas informa&#231;&#245;es chegar&#227;o aos m&#233;dicos?</p>
<p>Em um mundo onde as pessoas reclamam da invas&#227;o de privacidade em redes sociais, mesmo ap&#243;s terem colocados todas as suas informa&#231;&#245;es como p&#250;blicas, um sistema com informa&#231;&#245;es m&#233;dicas pode ter consequencias fatais nas m&#227;os de usu&#225;rios sem a devida orienta&#231;&#227;o. </p>
<p>A minha primeira preocupa&#231;&#227;o &#233; o hist&#243;rico de diversas pessoas circulando pela internet porque algum hacker conseguiu a senha desses usu&#225;rios. Como o sistema de autentica&#231;&#227;o do Google &#233; o mesmo para todos os servi&#231;os, a sua senha do email ou do Orkut pode ser utilizada para conseguir o seu &#250;ltimo exame de sangue.</p>
<p>Al&#233;m disso, existe a defini&#231;&#227;o de visibilidade das informa&#231;&#245;es. Como as telas que fazem essa configura&#231;&#227;o n&#227;o foram apresentadas, fico pensando em como informar ao sistema quais informa&#231;&#245;es desejo compartilhar com qual m&#233;dico. Isso pode ser cr&#237;tico em casos que o paciente deseja uma segunda opini&#227;o e corre o risco de esbarrar na &#233;tica profissional, com questionamentos sobre o diagn&#243;stico de um colega de trabalho.</p>
<p>Com o amadurecimento da ferramenta, muitos problemas ser&#227;o identificados e resolvidos mas em um mundo cada vez mais online, devemos pensar bastante antes de colocar qualquer informa&#231;&#227;o dispon&#237;vel na Internet sob o risco de ficarmos superexpostos.</p>
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		<title>E o Riocard parou&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2008/02/20/e-o-riocard-parou/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 01:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Se voc&#234; mora em Niter&#243;i e usa a Barca com o Riocard, deve ter passado por maus bocados no come&#231;o desta semana. Em uma falha da atualiza&#231;&#227;o do software que verifica a validade dos cart&#245;es, v&#225;rias pessoas foram impedidas de utilizar a embarca&#231;&#227;o e alguns &#244;nibus por sistema apresentava uma mensagem de &#34;tempo limite ultrapassado&#34;.
Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se voc&#234; mora em Niter&#243;i e usa a Barca com o Riocard, deve ter passado por maus bocados no come&#231;o desta semana. Em uma falha da atualiza&#231;&#227;o do software que verifica a validade dos cart&#245;es, v&#225;rias pessoas foram impedidas de utilizar a embarca&#231;&#227;o e alguns &#244;nibus por sistema apresentava uma mensagem de &quot;tempo limite ultrapassado&quot;.</p>
<p>Para o usu&#225;rio o problema era imediato, que impossibilitado de passar nas roletas tinha de apresentar o cart&#227;o para o n&#250;mero ser copiado e debitado futuramente. No entanto, certos &#244;nibus sequer deixavam os passageiros embacarem por n&#227;o saber do ocorrido.</p>
<p>Estranho &#233; pensar nas causas que levaram a todo esse transtorno. A Barcas S.A. ignorar completamente o fim do hor&#225;rio de ver&#227;o e n&#227;o atualizar o sistema de catracas como solicitado pela Fetranspor, implementadora do sistema. E os desenvolvedores do sistema que n&#227;o cogitaram essa possibilidade e n&#227;o criaram uma forma de desligar essa valida&#231;&#227;o ou processar tudo em modo offline, obrigando o uso do papel e caneta para controlar os passageiros.</p>
<p>E no meio desse fogo cruzado entre infraestrutura e desenvolvedores, quem paga a conta &#233; o usu&#225;rio.</p>
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		<title>IE8 e a retrocompatibilidade</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2008/01/23/ie8-e-a-retrocompatibilidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 23:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>css</category>

		<category>html</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Com a not&#237;cia de que o IE8 passou no teste ACID2 muitos desenvolvedores ficaram preocupados que seus sites desenvolvidos especialmente para funcionar no IE8 parassem de funcionar. Esse medo se d&#225;, em grande parte, pelo browser n&#227;o adotar os padr&#245;es da W3C e tamb&#233;m pelo famoso &#34;quirks mode&#34; que permitia o desenvolvimento de p&#225;ginas sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a not&#237;cia de que o <a href="http://blogs.msdn.com/ie/archive/2007/12/19/internet-explorer-8-and-acid2-a-milestone.aspx">IE8 passou no teste ACID2</a> muitos desenvolvedores ficaram preocupados que seus sites desenvolvidos especialmente para funcionar no IE8 parassem de funcionar. Esse medo se d&#225;, em grande parte, pelo browser n&#227;o adotar os padr&#245;es da W3C e tamb&#233;m pelo famoso &quot;quirks mode&quot; que permitia o desenvolvimento de p&#225;ginas sem o DOCTYPE definido.</p>
<p>O IE7, que vem sendo adotado nas resid&#234;ncias gradativamente, j&#225; mostra alguns problemas de compatibilidade com as antigas vers&#245;es, enlouquecendo diversos administradores. Com a maior compatibilidade com o CSS 2.1, algumas p&#225;ginas est&#227;o sendo renderizadas de forma diferente do esperado. De qualquer forma, a regra adotada pela Microsoft &#233; a seguinte: </p>
<blockquote><p>Se o documento possui um DOCTYPE, ela rendiriza seguindo os padr&#245;es W3C da melhor forma poss&#237;vel, caso contr&#225;rio renderiza como der na telha.</p>
</blockquote>
<p>Assim, a equipe da Microsoft come&#231;ou a procurar uma solu&#231;&#227;o que agrade a gregos e troianos. Enquanto o IE8 deve renderizar as p&#225;ginas conforme o padr&#227;o, ele tamb&#233;m deve suportar as p&#225;ginas antigas e renderizar conforme o browser para qual a p&#225;gina foi desenvolvida.</p>
<p><a href="http://alistapart.com/articles/beyonddoctype">A solu&#231;&#227;o adotada</a>, apesar se simples, <a href="http://alistapart.com/articles/fromswitchestotargets">n&#227;o agradou a todos</a>. Para cada p&#225;gina desenvolvida, deve existir uma meta-tag que indica a maior vers&#227;o compat&#237;vel com a p&#225;gina. Assim, se o IE8 encontrar um documento para IE6, ele emular&#225; uma m&#225;quina virtual (ou qualquer mecanismo semelhante) para renderizar usando o mecanismo daquela vers&#227;o.</p>
<p>&lt;meta http-equiv=&quot;X-UA-Compatible&quot; content=&quot;IE=6&quot; /&gt;</p>
<p>Caso outros browsers desejem adotar a solu&#231;&#227;o, &#233; poss&#237;vel indicar v&#225;rios targets em uma mesma tag, indicando as v&#225;rias plataformas compat&#237;veis.</p>
<p>&lt;meta http-equiv=&quot;X-UA-Compatible&quot; content=&quot;IE=8;FF=3;OtherUA=4&quot; /&gt;</p>
<p>Particularmente acho que &#233; hora de definir at&#233; que ponto devemos suportar vers&#245;es anteriores pois isso s&#243; vai deixar os browsers mais lentos, confusos e conseq&#252;entemente mais inseguros. Algu&#233;m j&#225; pensou que o mecanismo de renderiza&#231;&#227;o pode conter vulnerabilidades que ficar&#227;o expostas mesmo depois de encerrado o suporte ao browser?</p>
<p>Al&#233;m disso, a migra&#231;&#227;o de p&#225;ginas antigas e a ado&#231;&#227;o de padr&#245;es &#233; uma &#243;tima maneira de gerar empregos para profissionais capacitados, e n&#227;o para webdesigner que criam suas p&#225;ginas no Word sem qualquer orienta&#231;&#227;o.</p>
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		<title>Meu problema com o Linux&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2008/01/21/meu-problema-com-o-linux/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 22:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

		<category>tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Nesse fim de ano, como forma de mudar de vida em 2008, decidi adotar o Linux para uso em casa mais como uma forma de conhecer e ajudar meus amigos a abandonar a pirataria. Baixei a última distribuição do Kubuntu e instalei a criança no meu laptop feliz e contente. De início fiquei meio apaixonado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse fim de ano, como forma de mudar de vida em 2008, decidi adotar o Linux para uso em casa mais como uma forma de conhecer e ajudar meus amigos a abandonar a pirataria. Baixei a última distribuição do <a href="http://www.kubuntu.org/">Kubuntu</a> e instalei a criança no meu laptop feliz e contente. De início fiquei meio apaixonado por ele graças ao Adept Installer e a possibilidade de conhecer diversos programas gratuitos sem o estresse se procurá-los e instalar um a um. A coisa mais fácil do mundo para o usuário leigo (leia-se, eu!) é selecionar o que quer instalar e clicar no botão &#8220;instala&#8221;. Sem mais perguntas e sem reiniciar eu tinha o micro com quase todos os programas que precisava, desde o Open Office até o Eclipse IDE.<br />
Meus problemas começaram quando comecei a conviver com ele para realizar minhas tarefas do dia a dia. Primeiro descobri que o meu adaptar wireless não era reconhecido pelo Network Manager e eu precisaria configurá-lo por linha de comando a cada vez que ligasse o computador. Depois minha câmera digital não funcionava direito nos programas disponíveis e o GIMP não é a melhor forma de editar uma foto. A última gota foi quando descobri que meu HD externo trava quando entra no modo de economia de energia e que eu teria que conectá-lo via linha de comando (mais uma vez) pois o sistema não reconhece o NTFS que ele estava formatado. Junte isso ao fato de não conseguir configurar nenhum dos meus programas preferidos de Windows para rodar via Wine e cheguei a decisão de voltar ao bom e velho XP, que posso ligar para a Microsoft e aporrinhá-los quantas vezes quiser.<br />
Não estou dizendo que o Linux seja ruim, ele apenas não está preparado para o usuário leigo. Eu não me importo de procurar uma coisa ou outra na Internet para colocar um software para funcionar, mas fazer disso uma rotina para cada programa ou dispositivo é extremamente cansativo. Em um cliente usamos o mesmo Kubuntu como sistema de um servidor Web e ele nunca causou problemas a equipe que faz o controle. O que deveria acontecer agora é uma conscientização da comunidade Linux para melhorar o sistema para o usuário de forma a torná-lo mais usável e assim facilitar a absorção dele no dia a dia.<br />
Para ilustrar melhor o que disse, segue uma tira que encontrei na Internet e me inspirou a escrever esse post.</p>
<p><a href="http://www.bbspot.com/comics/PC-Weenies/2008/01/3196.php?from=rss"><img style="max-width: 500px;" src="http://www.bbspot.com/Images/Comics/2008/2008-01-09_pcw.jpg" alt="The PC Weenies: The problem with Linux" /></a>
</p>
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		<title>Minimizar ou Fechar</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/12/29/minimizar-ou-fechar/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 02:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

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		<description><![CDATA[Nos sistemas operacionais baseados em janelas, seja ele Linux ou Windows (não posso falar do OSX porque nunca usei&#8230;) existem dois botões que são figurinhas carimbadas em quase todas as janelas abertas pelo usuário, o minimizar e o fechar. O primeiro faz com que a janela deixe de ser exibida no desktop e vá para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos sistemas operacionais baseados em janelas, seja ele Linux ou Windows (não posso falar do OSX porque nunca usei&#8230;) existem dois botões que são figurinhas carimbadas em quase todas as janelas abertas pelo usuário, o minimizar e o fechar. O primeiro faz com que a janela deixe de ser exibida no desktop e vá para a barra de tarefas. O segundo, como mesmo diz o nome, fecha a janela atual. Ou pelo menos era assim que eles deveriam se comportar&#8230;<br />
A idéia de minimizar um programa é deixar ele em segundo plano mas ainda visível para que o usuário possa interagir com o mesmo, como um documento do Word guardado até que você encontre na Internet a referência a ser incluída. Acontece que programas como players de mídia e gerenciadores de downloads se comportam mais como serviços que como programas em si. Assim, qual o motivos dos mesmos ocuparem espaço ou bagunçarem a sua barra de tarefas? Melhor escondê-los em segundo plano até precisar deles.<br />
O <a href="http://www.apple.com/br/itunes/">iTunes</a>, <a href="http://www.winamp.com/">Winamp</a>, entre outros, usam a estratégia de criar um ícone no system tray para que o usuário consiga acessá-los e remover sua referência da taskbar. Mas a forma que o usuário executa essa tarefa deve ser estudada e padronizada para manter o <a href="http://blog.ipe.srv.br/2007/08/19/principio-da-menor-surpresa/">Princípio da Menor Surpresa</a>. Enquanto alguns programas usam o botão minimizar, outros usam o fechar para a ativação do processo, e o usuário fica sem saber qual botão faz o que no programa em que está mexendo.<br />
O <a href="http://getright.com/">Getright </a>oferecia a melhor solução ao meu ver, no quesito usabilidade. O usuário, além de escolher se o programa deveria ou não ser exibido no <em>system tray</em>, ainda poderia criar um terceiro botão na janela que faria essa função. Assim as funções originais dos botões não seriam sobrescritas, causando confusão no modelo mental do usuário, e a máxima &#8220;empower the user&#8221; seria seguida.<br />
E pensar que tudo isso começou porque fechei sem querer o iTunes&#8230;
</p>
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		<title>Processo sim, mas com suporte a ele&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 23:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Essa semana recebi um email de uma amiga divulgando o MPS.BR, que é uma iniciativa nacional de desenvolvimento de um processo de melhoria de software que atenda e se adeque ao mercado nacional. Assim como outras soluções para melhorias de processos, como o ISO 9000 ou o CMMI, o MPS.BR envolve uma séria de mudanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana recebi um email de uma amiga divulgando o <a href="http://www.softex.br/portal/mpsbr/_home/default.asp">MPS.BR</a>, que é uma iniciativa nacional de desenvolvimento de um processo de melhoria de software que atenda e se adeque ao mercado nacional. Assim como outras soluções para melhorias de processos, como o ISO 9000 ou o CMMI, o MPS.BR envolve uma séria de mudanças no dia a dia dos funcionários da empresa para que eles possam executar todos os objetivos propostos.<br />
Nesse momento que entram as ferramentas de apoio ao usuário. Seja o CVS, uma planilha eletrônica ou um software específico para isso; devemos pensar em quem realmente importa nesse processo, o usuário! Acontece que, mesmo que a empresa defina regras e mais regras, se o usuário achar dificil a execução das mesmas ele vai acabar ignorando passos ou fazendo os mesmo pela metade, o que as vezes é pior do que não fazer a tarefa. Eu sei que isso é verdade porque já trabalhei com processos onde as ferramentas não facilitavam a vida do desenvolvedor e acabava fazendo tudo que acabei de descrever, o que era o terror para as equipes de atendimento e suporte.<br />
Ao escolher a ferramenta ideal devemos pensar que a ferramenta deve dar suporte tanto ao usuário quanto a tarefa. Quando me refiro ao usuário, a ferramenta deve ser construida de forma que o usuário reconheça na mesma elementos do seu dia a dia, falando o mesmo &#8220;idioma&#8221;. O suporte a tarefa deve ser realizado de maneira a gastar a menor quantidade de energia possivel, permitindo ao usuário concluir de maneira rápida e transparente sua tarefa.<br />
Então entenda&#8230; De nada adianta sua empresa adotar o melhor processo para desenvolver o melhor software se metade do custo de seus projetos forem alocados em criação de documentos que poderiam ser otimizados.
</p>
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		<title>Internacionalização, Internationalization, i18n&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/11/22/internacionalizacao-internationalization-i18n/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 00:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[O conceito de internacionalização de um site não envolve apenas traduzir as mensagem e os demais elementos de texto presentes do mesmo. Como cada cultura possui diversas particularidades, devemos pensar em todos esses aspectos de forma que o visitante não enfrente maiores dificultades ao utilizar o sistema.
O primeiro passo é permitir que o usuário selecione [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de internacionalização de um site não envolve apenas traduzir as mensagem e os demais elementos de texto presentes do mesmo. Como cada cultura possui diversas particularidades, devemos pensar em todos esses aspectos de forma que o visitante não enfrente maiores dificultades ao utilizar o sistema.<br />
O primeiro passo é permitir que o usuário selecione a localidade em que se encontra. Os browser enviam essa informação por padrão a cada request mas sempre existe a possibilidade do usuário desejar alterá-la. Um exemplo é quando você utiliza o sistema operacional em inglês mas deseja acessar sites em português. Nesse caso, seu sistema deve permitir ao usuário alterar sua localização e persistir essa informação enquanto o mesmo estiver conectado. Uma forma de fazer isso é gravando um atributo de sessão para, a cada request, realizar os tratamentos necessários.</p>
<p><strong>Imagens</strong></p>
<p>Uma vez definida a localização em que o usuário está, devemos observar quais características são dependentes da mesma. Muitos sites criam seus layouts com imagens utilizando conteúdo textual, que deve ser alterado para o idioma do visitante. Para o designer do site isso pode ser um grande problema a partir do momento que esse conteúdo seja essencial para a apresentação desejada.</p>
<p><strong>Formatos e máscaras</strong></p>
<p>Informações dinâmicas como datas e números devem ser formatados para a localidade definida tanto na exibição na tela quanto em campos de entrada. Aqui no Brasil é comum usarmos o padrão <code>dia/mês/ano</code> para datas enquanto nos EUA é utilizado <code>mês/dia/ano</code>. Essa regra também é aplicada para campos numéricos, onde pontos e vírgulas possuem diferentes interpretações de acordo com a localização.<br />
Como as unidades de medida também variam de local para local, elas devem ser exibidas no formato correto. Não estou dizendo que você vai precisar armazenar as distâncias em metros e pés no seu banco de dados, mas essas conversões precisam ser realizadas todas as vezes que uma informação for lida ou exibida na tela.<br />
Dependendo da aplicação do seu sistema, ainda podem existir informações como CPF, números de telefone ou campos que passam por processos regulamentares que fazem os padrões mudarem de local para local, inclusive semanticamente.</p>
<p><strong>Textos</strong></p>
<p>A orientação do texto deve ser considerada pois, em alguns idiomas arábicos, o texto é lido da direita para esquerda enquanto nos orientais, também as páginas são passadas do que consideramos fim para o início, da forma que vemos em vários mangás.<br />
A ordem de exibição de lista e textos varia em função da consideração ou não de acentos no texto. Para nós brasileiros, os caracteres <code>a</code> e <code>á</code> possuem o mesmo peso na ordem alfabética enquanto em idiomas saxônicos os caracteres acentuados são colocados ao final da ordenação.</p>
<p>Além de tudo que já falei aqui, existem os aspectos culturais de cada região que são extremamente complexos de ser adaptados em um sistema. O único, e mais gritante, exemplo que me vem a cabeça agora seria um cadastro onde é solicitado o nome da esposa do cliente. Em cultura monogâmicas é meio que óbvio como tratar essa informação, mas como proceder para culturas que aceitam a poligamia? E olha que só pensei superficialmente&#8230;
</p>
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		<title>Sinta-se em casa&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/10/23/sinta-se-em-casa/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 00:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>html</category>

		<category>usabilidade</category>

		<category>tecnologia</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Meu browser preferido está chegando a sua terceira versão e uma das melhorias anunciadas me agradou muito. Hoje em dia o Firefox possui um layout único independente do sistema operacional que é executado o que, para muitos usuários, pode se tornar confuso pois foge aos padrões a que eles estão acostumados. Mas a partir da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://br.mozdev.org/">Meu browser preferido</a> está chegando a sua terceira versão e <a href="http://blog.mozilla.com/faaborg/2007/10/10/the-firefox-3-visual-refresh-system-integration/">uma das melhorias anunciadas</a> me agradou muito. Hoje em dia o Firefox possui um layout único independente do sistema operacional que é executado o que, para muitos usuários, pode se tornar confuso pois foge aos padrões a que eles estão acostumados. Mas a partir da próxima versão, os ícones e menus seguirão a mesma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Design_language">linguagem de design</a> do sistema operacional, diminuindo a curva de aprendizado e facilitando a divulgação do browser.<br />
Em ambientes web não vemos esse tipo de padronização pois, como muitas aplicações têm seus estilos criados por designers ou pelo analista que está responsável pelo desenvolvimento, cada um cria seus próprios estilos e o usuário é obrigado a reaprender sempre como interagir com um sistema.<br />
Se a sua empresa está acostumada a adquirir sistemas web de diversos fornecedores, uma boa prática é definir a sua própria linguagem de design, também conhecida como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Human_interface_guidelines">interface guidelines</a>, da mesma forma <a href="http://developers.sun.com/docs/web-app-guidelines/uispec4_0/">como foi feito pela Sun</a>. Não que a gigante contrate software de terceiros, mas ela precisou criar um padrão para que as diversas equipes de desenvolvimento seguissem um mesmo estilo e não criassem um emaranhado de botões e estilos que o usuário precise aprender.
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		<title>Será que sou um spam?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 01:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Já há algum tempo vinha recebendo a visita constante de &#8220;bots spammers&#8221;, ou como quer que eles se chamem, aqui no blog. A coisa mais inconveniente disso é que fui obrigado a filtrar os comentários dos artigos e recebia emails constantes para liberação ou não dos mesmos, sendo que na maior parte das vezes eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já há algum tempo vinha recebendo a visita constante de &#8220;bots spammers&#8221;, ou como quer que eles se chamem, aqui no blog. A coisa mais inconveniente disso é que fui obrigado a filtrar os comentários dos artigos e recebia emails constantes para liberação ou não dos mesmos, sendo que na maior parte das vezes eu barrava o comentário. Mas qual a melhor forma de verificar se seus visitantes são mesmo humanos??<br />
A solução mais &#8220;clássica&#8221; nesse sentido é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA">captcha</a>, que consiste em uma série de letras deformadas onde o usuário deve digitá-las para confirmar sua autenticidade. Como os caracteres são ilegiveis para programas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OCR">OCR</a>, uma máquina não poderia interpretá-los para fazer o envio automático de texto. No entanto, a deformidade aplicada no texto deve ser medida com cuidado porque já passei por vários captchas que não consegui diferenciar uma letra O de um número 0. Nesse caso, se os seus usuários forem de uma mesma região, uma solução é escolher palavras do idioma comum para não gerar ambiguidades.<br />
Outra técnica usada, que só vi até hoje nos sites da <a href="http://www.sun.com/">Sun</a>, foi utilizar formulas matemáticas simples onde o usuário digitaria a resposta. Como a dois mais dois são quatro em qualquer lugar do mundo, fica fácil para o usuário acertar a resposta. Ao mesmo tempo, qualquer spammer com alguns minutos a mais poderia criar um sistema que localize e interprete a equação, enchendo mais uma vez seu site de comentários indesejados.<br />
Mesmo com todas essas soluções o email continua sendo um problema uma vez que o usuário que envia a mensagem não possui esses recursos de validação e o destinatário que fica responsável por validar se o email é desejado ou não. O uso de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DNSBL">black-lists</a> e white-lists costumam facilitar bastante e é justamente na segunda que vou me aprofundar.<br />
As white-lists são compostas de emails conhecidos por você que podem ser encaminhados a sua caixa de entrar sem passar pelo criterio de seleção de spam. O <a href="http://www.hotmail.com">Hotmail </a>coloca os emails suspeitos em uma pasta separada onde o usuário deve selecionar quais deles são confiáveis, fazendo com que os próximos emails daquele remetente sejam liberados sem maiores problemas. Já a <a href="http://www.uol.com.br">UOL </a>solicita ao remetente que acesse uma página e confirme a sua identidade através de um captcha. O grande problema da solução da UOL, ao meu ver, surge quando você conhece diversas pessoas que tenham email nesse provedor. Para cada nova pessoa que você envia um email, você precisa confirmar a sua identidade, independente de já ter feito isso para outro conhecido. Num mundo como esse, será que é tão complicado verificar se eu já confirmei a minha identidade para outra pessoa na mesma base de dados?? Acredito que não.
</p>
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		<title>Vamos desenvolver para iPhone!</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/09/09/vamos-desenvolver-para-iphone/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Sep 2007 23:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Parece que precisava o Steve Jobs lançar o iPhone para o resto do mundo cair em si e percerber que, pasmem, pessoas acessam a internet pelo celular. E acreditem, esse é um costume que tenho há quase um ano, desde que comprei meu smartphone.
O grande problema é que o desenvolvimento para iPhone é a coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que precisava o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_jobs">Steve Jobs</a> lançar o <a href="http://www.apple.com/iphone/">iPhone</a> para o resto do mundo cair em si e percerber que, pasmem, pessoas acessam a internet pelo celular. E acreditem, esse é um costume que tenho há quase um ano, desde que comprei meu smartphone.<br />
O grande problema é que o desenvolvimento para iPhone é a coisa mais simples do mundo, uma vez que o Safari embutido nele é capaz de renderizar uma página da mesma forma como se você estivesse no conforto do seu lar, usando um desktop.<br />
Mas quando usamos outros aparelhos o bicho pega! Ou as empresas não possuem um site proprio para acesso movel ou o site movel nao possui informações suficientes e ainda por cima é incompatível com os browsers disponiveis.<br />
Algumas iniciativas estão aparecendo para reverter essa situação. A primeira é o consórcio <a href="http://mtld.mobi/">Dotmobi</a>, que reune empresas como a Nokia, além de registrar dominios com a extensao .mobi para sites moveis disponibiliza ferramentas para desenvolver e testar sites moveis.<br />
Outra solução muito boa, é a versão ainda beta, do <a href="http://www.operamini.com/">Opera Mini</a> 4. O browser possui funções de zoom nos sites, o que permite ao usuario localizar o conteudo desejado mais facilmente e também localiza o conteudo do site automaticamente. Meu grande problema com ele foi na atualização do Beta 1 para o Bera 2, quando perdi todos os meus favoritos.<br />
Agora é torcer para que todas essas tecnologias acabem convergindo e não surja uma guerra do acesso movel, coisa que só complicaria a vida de usuários e desenvolvedores.</p>
<p>Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/09/04/internet-no-celular-entre-o-iphone-e-o-dotmobi/">WebInsider </a>
</p>
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		<title>Agregando redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 23:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>web 2.0</category>

		<category>tecnologia</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes problemas que apareceram com a Web 2.0, a criação das redes sociais e blogs foi uma maneira simples de gerenciar todo o conteúdo gerado. Eu, por exemplo, leio cerca de 12 blogs diariamente, tenho meu flickr e posto aqui no blog da empresa. Existe uma forma de centralizar isso tudo num unico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes problemas que apareceram com a Web 2.0, a criação das redes sociais e blogs foi uma maneira simples de gerenciar todo o conteúdo gerado. Eu, por exemplo, leio cerca de 12 blogs diariamente, tenho meu flickr e posto aqui no blog da empresa. Existe uma forma de centralizar isso tudo num unico lugar? Infelizmente não, mas podemos adotar algumas soluções para deixar o dia a dia mais prático.<br />
Com a leitura de tantos blogs eu perdia vários minutos diários apenas entrando em sites que demoravam para carregar e, quando finalmente terminavam, descobria que não havia nenhuma novidade lá. Acho que se houver alguem que entre aqui no blog, você também passa por esse problema. Há umas semanas atrás resolvi aderir ao <a href="http://www.google.com/reader">Google Reader</a> para organizar meus feeds e vi que a solução é muito boa,  mostra todas as atualizações ordenadas com a possibilidade de exibir somente as novidades de um determinado site. Infelizmente ainda faltam alguns recursos como do <a href="http://mail.google.com/mail">Gmail</a>, onde podemos determinar alguns textos como lidos, definir tags de uma forma mais simples e por ai vai. Acho que uma intergração entre as duas ferramentas seria perfeita!<br />
Agora olhando pelo outro lado, de quem publica informação, uma novidade do <a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7794473803095096623">Orkut</a> me surpreendeu. Desde a ultima atualização é possível agregar diversos feeds  ao seu profile. Assim, quando seus amigos aparecerem para saber da sua vida, eles já tem acesso ao seu blog, flickr, fotolog ou o que mais de conteudo você produzir. E com apenas um clique eles são levados a página da publicação para que possam comentar e opinar.<br />
Agora é aguardar e esperar que essa integração aumente para que finalmente possamos acessar todos essas redes, publicar conteudo e acompanhar nosso amigos de um único lugar. Tudo isso sem comprometer a segurança da informação enviada.
</p>
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		<title>Principio da menor surpresa</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/08/19/principio-da-menor-surpresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2007 00:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

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		<description><![CDATA[Imagine a cena&#8230; Você acabou de fechar aquele pedido em uma loja virtual mas percebe que não possui o dinheiro no momento, apesar de ter entrado com seus dados do cartão de crédito. O loja, preparada para essa situação, possui uma funcionalidade que permite a você cancelar os pedidos. Entrando na funcionalidade o pedido é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine a cena&#8230; Você acabou de fechar aquele pedido em uma loja virtual mas percebe que não possui o dinheiro no momento, apesar de ter entrado com seus dados do cartão de crédito. O loja, preparada para essa situação, possui uma funcionalidade que permite a você cancelar os pedidos. Entrando na funcionalidade o pedido é facilmente encontrado, selecionado e os dados são exibidos junto um grande botão &#8220;cancelar&#8221;.</p>
<p>Numa situação dessa você fica pensando o que significa o botão. Ele cancela a operação que estou realizando ou o pedido desejado? Segundo o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Principle_of_least_astonishment">Principio da Menor Surpresa</a>, a ação deveria cancelar a proposta pois é a operação que causaria, como diz o título, a menor surpresa ao usuário. Afinal de contas, ele entrou nessa tela para cancelar a proposta.</p>
<p>De qualquer forma, cada usuário pode possuir uma associação diferente ao label do botão de acordo com a categoria de pensamento utilizada para interpretá-lo. A melhor coisa a fazer nesse caso é eliminar qualquer tipo de ambiguidade. Assim, uma etiqueta &#8220;confirmar operação&#8221; diria mais a respeito da ação a ser realizada no momento do clique.
</p>
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		<title>Quando a tecnologia rema contra a maré&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/07/03/quando-a-tecnologia-rema-contra-a-mare/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 00:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>java</category>

		<category>tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Atualmente estou trabalhando como arquiteto para o Portal Internet de uma grande empresa brasileira. Entre as minhas funções, está a decisão entre usar ou não os EJBs 3.0 (Enterprise JavaBeans, para quem chegou aqui agora&#8230;). Como o tempo de desenvolvimento e a complicação caem consideravelmente e o Java EE 5 já possui alguns servidores homologados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente estou trabalhando como arquiteto para o Portal Internet de uma grande empresa brasileira. Entre as minhas funções, está a decisão entre usar ou não os EJBs 3.0 (Enterprise JavaBeans, para quem chegou aqui agora&#8230;). Como o tempo de desenvolvimento e a complicação caem consideravelmente e o Java EE 5 já possui alguns servidores homologados pensei: Por que não?<br />
Acontece que o cliente possui a restrição de trabalhar com o Application Server de um distribuidor defindo e não existe meios de se alterar isso. Esse distribuidor, por sua vez, lançou há uns meses atras a sua versão do Application Server compatível e homologado para o JEE 5. Ou seja&#8230; TODOS os recuros da versão deveriam ter um mínimo de funcionamento naquele servidor.<br />
Meu sofrimento começou quando tentei desenvolver um EJB 3 usando a IDE disponibilizada por eles. É claro que não funcionou, né? A ferramenta só permitia que fossem criados projetos que usassem EJB 2.1 (um parto para qualquer desenvolvedor) e, caso eu decidisse criar um projeto EJB 3 por conta própria, ela simplesmente não permitia que esse projeto fizesse parte de um EAR automaticamente.<br />
Por amor ao Java, decidi fazer um projeto separado mesmo e colocar o JAR compilado a força dentro do EAR através de um script Ant mesmo. A principio tudo funcionou&#8230; EJB chamando EJB&#8230; Servidor reclamando de Interfaces que ele não achava&#8230; Meu projeto estava salvo! Até que tentei fazer a bendita (ou maldita) injeção de dependência em um componente JSF.<br />
Se você não conhece, a injeção de dependência consiste em identificar as classes que o seu objeto precisa para ser utilizado e, a partir dai, criar uma instância delas e já colocar no seu objeto através dos metodos set dele. O JEE 5 melhor isso tudo e faz toda essa montagem através de annotations @EJB. Exceto no Application Server do meu cliente.<br />
Tres dias de emails para fornecedor, cliente e chefe depois, decidimos fazer uma reunião para acertar os pontos falhos da arquitetura. De cara o representante do fornecedor já vem com aquele papo de &#8220;uma tecnologia de vanguarda como o EJB 3 aumenta muito o risco da sua aplicação, ainda mais porque a nossa equipe não está totalmente capacitada para atendê-los&#8221;, ou seja, &#8220;nosso produto não funciona e você vai ter que fazer tudo por conta e risco&#8221;.<br />
Como não podia bater de frente com o cara e muito menos jogar a m**** no ventilador, decidir abandonar o EJB e fazer a minha camada de negócio através do Spring mesmo. Só não me peçam para plugar aplicações de terceiros nesse site porque agora ele está offline!
</p>
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		<title>E dizem que o cliente sempre tem razão&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/06/26/e-dizem-que-o-cliente-sempre-tem-razao/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 12:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>usabilidade</category>

		<category>cultura</category>

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		<description><![CDATA[Acho que todos já sabem isso mas, há um tempo atrás, a Directc e a SKY se fundiram em uma única empresa de TV a cabo. Com essa operação, ficou decidido que os clientes passariam a usar o atendimento da Directv e a infraestrutura técnica da SKY. Eu que era cliente da Directv, fui pego [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que todos já sabem isso mas, há um tempo atrás, a Directc e a SKY se fundiram em uma única empresa de TV a cabo. Com essa operação, ficou decidido que os clientes passariam a usar o atendimento da Directv e a infraestrutura técnica da SKY. Eu que era cliente da Directv, fui pego nessa mudança e ai começaram meus problemas.<br />
Depois de usar por 5 anos o sistema do aparelho da Directv, acabei desenvolvendo alguns costumes e aprendi alguns macetes para facilitar a minha navegação pelos canais. Acontece que o sistema da SKY não possui a maior parte dos recursos que havia na Directv além de ter uns bons &#8220;bugs&#8221; (consideração minha, ok?) em termos de usabilidade.<br />
Tentei escrever pra operadora e sugeri diversas melhorias no aparelho para que os clientes da Directv se sentissem um pouco mais a vontade com o receptor sem mudar muito o acesso para os usuarios SKY, ou seja, &#8220;Empower the user!&#8221;. Recebi uma confirmação por parte da SKY dizendo que as minhas sugestões foram encaminhadas a equipe de engenharia e seriam analisadas para futura implementação. Devem estar analisando até hoje porque não vi diferenças no receptor e ninguém entrou em contato comigo para saber se eu tinha mais sugestões.<br />
Por sorte existem empresas que levam o usuário mais a sério, como o Banco do Brasil. Sou cliente deles e gosto de usar todos os recursos disponíveis pra mim no Internet Banking, como o Gerenciador Pessoal Financeiro. Pra quem não conhece, o programa é um sisteminha de contabilidade pessoal onde você vai categorizando suas movimentações, pode criar orçamento mensal e fazer o acompanhamento do mesmo. O melhor de tudo é que, todas as vezes que escrevi ao Banco sugerindo melhorias, eles retornaram a minha ligação num prazo de duas horas (pasmem!) e fui super bem atendido por pessoas capacitadas (nada daqueles atendentes de telemarketing) que estavam interessadas no que eu queria dizer.<br />
Ia ser bom se mais empresas passassem a ouvir um pouco mais seus usuários no lugar de empurrar tecnologias a eles e simplesmente mandar um &#8220;acostume-se&#8221; quando ele reclamar do novo sistema.
</p>
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		<item>
		<title>Usando links callto:</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/06/06/usando-links-callto/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jun 2007 01:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>html</category>

		<category>usabilidade</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Certa vez estava no trabalho e meu irmão me pediu para ver o telefone da Webjet para ele. Como estava de saida para o almoço, peguei meu celular Nokia E62 e resolvi acessar a pagina da empresa para pegar essa informação. Como a paginha tinha um maldito flash com esses dados, claro que tive que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez estava no trabalho e meu irmão me pediu para ver o telefone da Webjet para ele. Como estava de saida para o almoço, peguei meu celular Nokia E62 e resolvi acessar a pagina da empresa para pegar essa informação. Como a paginha tinha um maldito flash com esses dados, claro que tive que voltar do almoço antes de qualquer coisa, né? Vale o toque que essas informações devem ficar sempre em uma área acessivel do site.<br />
Mas voltando ao topico do post&#8230; Tempos depois, estava conversando com um pessoal no trabalho sobre o Skype e comentando que coloquei no site da Ipê uns links do tipo callto: nos telefones de contato. Esses links, quando clicados e com o Skype instalado, fazem com que o mesmo inicie uma ligação para o numero do link. Só por curiosidade, acessei o site pelo Opera instalado no celular e cliquei no link. Adivinhem? É claro que o celular fez a ligação pra mim!<br />
Então vale a dica pra quem estiver lendo isso aqui. Se a página da sua empresa tiver informações como um telefone para contato, não coloque esse numero escondido num flash pois um usuário em desespero não vai conseguir ver e pode acabar desistindo do contato. E quando colocar a informação como texto, experimente colocar um link callto, facilitando seu visitante de ficar gravando o numero antes de ligar para você!<br />
Se tiver medo de spammers, coloca um filtro no seu programa de email ou faça como eu, use o Gmail! :D
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Adicionando um pouco de sentido às suas páginas&#8230;</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/05/09/adicionando-um-pouco-de-sentido-as-suas-paginas/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 00:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>web 2.0</category>

		<category>html</category>

		<category>usabilidade</category>

		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[A principal vantagem da Web Semântica, ou Web 3.0 se quiser assim chamá-la, é a capacidade de aplicativos entenderem o conteúdo de uma página através das tags ou microformats que o desenvolvedor tenha usado na concepção da mesma. Assim, quando você fizer uma pesquisa do tipo Peru+Lima, o Google saberá que você está procurando informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A principal vantagem da Web Semântica, ou Web 3.0 se quiser assim chamá-la, é a capacidade de aplicativos entenderem o conteúdo de uma página através das tags ou microformats que o desenvolvedor tenha usado na concepção da mesma. Assim, quando você fizer uma pesquisa do tipo Peru+Lima, o Google saberá que você está procurando informações geográficas e não uma receita de peru ao molho de laranja! (Exemplo ridículo, né?)<br />
Encontrei hoje um artigo no <a href="http://www.sitepoint.com/blogs/2007/04/16/html-the-top-five-forgotten-elements/">Site Point</a> que falava justamente sobre algumas tags que podem ser usadas com a intenção de dar um pouco de sentido aos seus textos. Um exemplo bem legal é o texto:<br />
<samp>&lt;p&gt;De acordo com o &lt;acronym&gt;W3C&lt;/acronym&gt;, o &lt;acronym&gt;HTML&lt;/acronym&gt; é a &lt;cite&gt;linguagem de publicação utilizada na Web&lt;cite&gt;.&lt;/p&gt;</samp><br />
Que renderizado ficaria:</p>
<p>De acordo com o <acronym>W3C</acronym>, o <acronym>HTML</acronym> é a <cite>linguagem de publicação utilizada na Web<cite>.</p>
<p>Além da tag <samp>&lt;p&gt;</samp>, que define um parágrafo no texto, cada uma das outras tem um significado definido na <a href="http://www.w3.org/TR/html401/index/elements.html">especificação do HTML</a>. A tag <samp>&lt;acronym&gt;</samp> representa uma sigla e a <samp>&lt;cite&gt;</samp> indica uma citação feita por outra entidade ou pelo próprio autor do texto.<br />
Existem também outras tags interessantes que podem ser usadas, como <samp>&lt;var&gt;</samp> para se indicar uma variável ou parâmetro de um programa ou <samp>&lt;kbd&gt;</samp> como forma referência a uma entrada pelo teclado a ser feita pelo usuário.<br />
Depois vou tentar falar um pouco mais sobre como usar os microformats com essa mesma função&#8230; </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AGE + Creative Commons</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/04/18/age-creative-commons/</link>
		<comments>http://blog.ipe.srv.br/2007/04/18/age-creative-commons/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 02:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>cultura</category>

		<category>tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Analisando as licensas disponíveis, decidi fazer a distribuição do AGE utilizando o Creative Commons. A idéia é que o sistema possa ser distribuido sem cobrança aos Grupos Escoteiros que o utilizarem e que possa ser alterado para se adaptar a realidade de cada pessoal. Seguindo o link você vê os detalhes da licensa.
Pra quem não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Analisando as licensas disponíveis, decidi fazer a distribuição do AGE utilizando o <a href="http://creativecommons.org/">Creative Commons</a>. A idéia é que o sistema possa ser distribuido sem cobrança aos Grupos Escoteiros que o utilizarem e que possa ser alterado para se adaptar a realidade de cada pessoal. Seguindo o link você vê os <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">detalhes da licensa</a>.<br />
Pra quem não sabe ainda, o AGE (Administração de Grupo Escoteiro) é um sistema desenvolvido em conjunto pela <a href="http://www.ipe.srv.br">Ipê Sistemas e Hipermídia</a> e pelo <a href="http://www.macahe.org">Grupo Escoteiro Macahé</a>. Esse sistema tem o objetivo de ajudar os Grupo Escoteiros filiados a <a href="http://www.escoteiros.org">União dos Escoteiros do Brasil</a> a organizarem seus cadastros pessoal e administrativo.<br />
Uma primeira versão foi liberada para <a href="http://www.ipe.srv.br/teste">testes</a> e você pode conferir a cara que o programa está tomando. É certo que ainda temos muito trabalho pela frente mas toda sugestão ou crítica (desde que construtiva) é bem vinda. O usuário e senha são <strong>usuario</strong>, <strong>usuario</strong> (criativo não?).
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escolha com cuidado o seu domínio&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 01:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>internet</category>

		<category>off-topic</category>

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		<description><![CDATA[Não sei o quanto disso é brincadeira e o quanto é descuido mas uma empresa dos EUA registrou o endereço http://www.penisland.net. O que a empresa faz? Canetas! A primeira vista, o link que você teria medo de clicar por achar que se trata de um site XXX simplemente direciona para o Pen Island, uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei o quanto disso é brincadeira e o quanto é descuido mas uma empresa dos EUA registrou o endereço <a href="http://www.penisland.net">http://www.penisland.net</a>. O que a empresa faz? Canetas! A primeira vista, o link que você teria medo de clicar por achar que se trata de um site XXX simplemente direciona para o Pen Island, uma empresa especializada na confecção de canetas personalizadas.<br />
Agora é pensar duas vezes antes de escolher aquele domínio que você descobriu que ainda não foi comprado pelos revendedores de domínio.
</p>
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		<title>Piratas da Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 01:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>cultura</category>

		<category>tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Está acontecendo até o dia 24 de abril, no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, um conjunto de seminários entitulado Piratas da Cultura. Eu me interessei particularmente pelo seminário de hoje que falava sobre Tecno-pirataria que, além do tema ser muito interessante ainda tinha como convidados Cora Ronai (O Globo), Dagomir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está acontecendo até o dia 24 de abril, no <a href="http://www.bb.com.br/cultura/">Centro Cultural do Banco do Brasil</a>, no Rio de Janeiro, um conjunto de seminários entitulado <a href="http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/rj/DetalheEvento.jsp?Evento.codigo=32108&#038;cod=5">Piratas da Cultura</a>. Eu me interessei particularmente pelo seminário de hoje que falava sobre Tecno-pirataria que, além do tema ser muito interessante ainda tinha como convidados Cora Ronai (<a href="http://oglobo.globo.com/">O Globo</a>), Dagomir Marquezi (<a href="http://info.abril.com.br/">Info Exame</a>) e Sérgio Branco (FGV, <a href="http://creativecommons.org/">Creative Commons</a>).<br />
Entre os temas abordados no seminário foram discutidos os motivos da pirataria no Brasil e como funciona a lei brasileira para os direitos autorais. Essas horas que é triste ver como nosso pais está atrasado em relação ao resto do mundo civilizado. Enquanto paises como a Espanha, Noruega e até mesmo a Colômbia não cobram direitos sobre obras copiadas para uso particular (ou seja, as músicas que baixamos na internet), nós somos sempre levados a pensar no crime que estamos cometendo.<br />
Mas existem coisas boas aparecendo por ai&#8230; O cantor B-Negão lançou seu último (se não me engano) CD pela Internet e, graças a divulgação boca a boca mundo afora, teve seu show na Espanha (sim, Espanha!) completamente lotado graças a divulgação.<br />
Agora é torcer para que nossos governantes que elegemos após &#8220;pensar tanto&#8221; tenham em mente que precisamos crescer nesse sentido também para que nossa cultura tenha oportunidade de aparecer no mundo!</p>
<p>Se você quiser participar do último seminário, chegue cedo! As senhas começam a ser distribuidas as 18 horas e hoje, as 18:30, já haviam sido esgotadas. O próximo tema é Mercados de Estilo e Consumo.
</p>
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		<title>Google Master Plan</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2007 15:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Dacal</dc:creator>
		
		<category>internet</category>

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		<description><![CDATA[Como todos sabem, a Google está inserida em todos os campos da internet. Começou com um &#8220;simples&#8221; buscador, que logo virou a ferramenta de pesquisa mais usada no mundo inteiro, depois veio Gmail, Orkut, Google Analytics, Google Calendar, Google Earth, Google Maps, Youtube, Google fazedor de café, Google biscateiro e Google pra qualquer serviço que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todos sabem, a Google está inserida em todos os campos da internet. Começou com um &#8220;simples&#8221; buscador, que logo virou a ferramenta de pesquisa mais usada no mundo inteiro, depois veio Gmail, Orkut, Google Analytics, Google Calendar, Google Earth, Google Maps, Youtube, Google fazedor de café, Google biscateiro e Google pra qualquer serviço que você precisar ou não. Enfim, a Google é praticamente a internet, é a maior criadora de sistemas para você gerenciar o que quiser online.<br />
Pouco a pouco eles estão montando uma super-hiper-mega base de dados com informações de todo tipo sobre cada usuário. Sim, a google sabe que você gosta de livros do Harry Potter, assim como ela sabe quais emails você recebe e de quem, e principalmente seus conteúdos.</p>
<p>A grande pergunta que fica sobre tudo isso da Google é:<br />
<strong>&#8220;Até onde vai essa busca por informação?&#8221;</strong><br />
Para pensar nisso, veja o site (existe um vídeo muito interessante ali): <a href="http://masterplanthemovie.com/">http://masterplanthemovie.com/</a></p>
<p>Essa pergunta nos leva a pensar em outras questões como a sociedade da informação e a banalização do conhecimento, mas essa discussão não é pertinente agora.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lorem Ipsum</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/03/08/lorem-ipsum/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2007 02:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>html</category>

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		<description><![CDATA[Existem momentos em que você precisa criar um layout para mostrar a um cliente e esse layout possui uma área que deve ser preenchida com texto. Se você deixar essa área em branco, corre o risco de a apresentação não ter o mesmo efeito que você gostaria, mas preencher a área com alguma coisa legível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem momentos em que você precisa criar um layout para mostrar a um cliente e esse layout possui uma área que deve ser preenchida com texto. Se você deixar essa área em branco, corre o risco de a apresentação não ter o mesmo efeito que você gostaria, mas preencher a área com alguma coisa legível pode acabar por distrair a atenção do usuário.<br />
Por causa disso, em muitas apresentações vemos a famosa expressão &#8220;Lorem ispum&#8230;&#8221;, que são várias palavras em latim geradas de forma aleatória de forma a parecer que realmente um texto real e com significado.<br />
Se você está pensando em criar um novo site ou precisa fazer uma apresentação, uma ferramenta bem útil pode ser o site <a href="http://www.lipsum.com/">Loren Ipsun</a>, que fornece uma ferramenta geradora de textos. Nela você pode escolher entre gerar uma quantidade de parágrafos, palavras ou listas.<br />
Se no momento em que você estiver lendo esse post o site da <a href="http://www.ipe.srv.br">Ipê Sistemas</a> ainda estiver em construção, você pode dar uma olhada no resultado do site em nossa página de abertura.
</p>
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		<title>O que é Web 2.0?</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/02/27/o-que-e-web-20/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 02:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholas Bittencourt</dc:creator>
		
		<category>web 2.0</category>

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		<description><![CDATA[Todas essas novidades como o You tube, del.icio.us, Wikipedia e afins fazem parto do que chamamos de Web 2.0. Esse vídeo ai embaixo mostra, em uns 4 minutos, o que significa esse conceito. Bem legal, vale a pena!



Fonte: Blog do Beto Largman

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas essas novidades como o You tube, del.icio.us, Wikipedia e afins fazem parto do que chamamos de Web 2.0. Esse vídeo ai embaixo mostra, em uns 4 minutos, o que significa esse conceito. Bem legal, vale a pena!</p>
<p><object width="425" height="350">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE"></param>
<param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/largman/post.asp?cod_Post=47949">Blog do Beto Largman</a>
</p>
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