<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.0.10" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comentários em: Principio da menor surpresa</title>
	<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/08/19/principio-da-menor-surpresa/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 22:27:51 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.0.10</generator>

	<item>
		<title>por: Ipê Sistemas e Hipermídia &#187; Minimizar ou Fechar</title>
		<link>http://blog.ipe.srv.br/2007/08/19/principio-da-menor-surpresa/#comment-212</link>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 02:18:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.ipe.srv.br/2007/08/19/principio-da-menor-surpresa/#comment-212</guid>
					<description>[...] Nos sistemas operacionais baseados em janelas, seja ele Linux ou Windows (não posso falar do OSX porque nunca usei&#8230;) existem dois botões que são figurinhas carimbadas em quase todas as janelas abertas pelo usuário, o minimizar e o fechar. O primeiro faz com que a janela deixe de ser exibida no desktop e vá para a barra de tarefas. O segundo, como mesmo diz o nome, fecha a janela atual. Ou pelo menos era assim que eles deveriam se comportar&#8230; A idéia de minimizar um programa é deixar ele em segundo plano mas ainda visível para que o usuário possa interagir com o mesmo, como um documento do Word guardado até que você encontre na Internet a referência a ser incluída. Acontece que programas como players de mídia e gerenciadores de downloads se comportam mais como serviços que como programas em si. Assim, qual o motivos dos mesmos ocuparem espaço ou bagunçarem a sua barra de tarefas? Melhor escondê-los em segundo plano até precisar deles. O iTunes, Winamp, entre outros, usam a estratégia de criar um ícone no system tray para que o usuário consiga acessá-los e remover sua referência da taskbar. Mas a forma que o usuário executa essa tarefa deve ser estudada e padronizada para manter o Princípio da Menor Surpresa. Enquanto alguns programas usam o botão minimizar, outros usam o fechar para a ativação do processo, e o usuário fica sem saber qual botão faz o que no programa em que está mexendo. O Getright oferecia a melhor solução ao meu ver, no quesito usabilidade. O usuário, além de escolher se o programa deveria ou não ser exibido no system tray, ainda poderia criar um terceiro botão na janela que faria essa função. Assim as funções originais dos botões não seriam sobrescritas, causando confusão no modelo mental do usuário, e a máxima &#8220;empower the user&#8221; seria seguida. E pensar que tudo isso começou porque fechei sem querer o iTunes&#8230; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Nos sistemas operacionais baseados em janelas, seja ele Linux ou Windows (não posso falar do OSX porque nunca usei&#8230;) existem dois botões que são figurinhas carimbadas em quase todas as janelas abertas pelo usuário, o minimizar e o fechar. O primeiro faz com que a janela deixe de ser exibida no desktop e vá para a barra de tarefas. O segundo, como mesmo diz o nome, fecha a janela atual. Ou pelo menos era assim que eles deveriam se comportar&#8230; A idéia de minimizar um programa é deixar ele em segundo plano mas ainda visível para que o usuário possa interagir com o mesmo, como um documento do Word guardado até que você encontre na Internet a referência a ser incluída. Acontece que programas como players de mídia e gerenciadores de downloads se comportam mais como serviços que como programas em si. Assim, qual o motivos dos mesmos ocuparem espaço ou bagunçarem a sua barra de tarefas? Melhor escondê-los em segundo plano até precisar deles. O iTunes, Winamp, entre outros, usam a estratégia de criar um ícone no system tray para que o usuário consiga acessá-los e remover sua referência da taskbar. Mas a forma que o usuário executa essa tarefa deve ser estudada e padronizada para manter o Princípio da Menor Surpresa. Enquanto alguns programas usam o botão minimizar, outros usam o fechar para a ativação do processo, e o usuário fica sem saber qual botão faz o que no programa em que está mexendo. O Getright oferecia a melhor solução ao meu ver, no quesito usabilidade. O usuário, além de escolher se o programa deveria ou não ser exibido no system tray, ainda poderia criar um terceiro botão na janela que faria essa função. Assim as funções originais dos botões não seriam sobrescritas, causando confusão no modelo mental do usuário, e a máxima &#8220;empower the user&#8221; seria seguida. E pensar que tudo isso começou porque fechei sem querer o iTunes&#8230; [&#8230;]
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
